estrutura

Partilhamos a história das nossas salinas porque não nos esquecemos da importância que tiveram no passado e no muito que ainda têm para nos ensinar.

A constituição da Fundação teve como suporte patrimonial doze salinas tradicionais de cabeceiras, situadas junto à ribeira do Samouco, denominadas Brito, Pipeiro pequeno, Pipeiro grande, Muntos, Barbudo, Gema, Gulhão, Gema cova, Gorda, Misericordinhas, Serieira e Tendeiro.

Salinas Mapa

De 1965 a 1986 a Fundação fez a extração de sal de forma tradicional nas salinas do Brito, Pipeiro grande, Muntos e Gema cova.

Nos anos de 1985 e 1986, a salina do Brito sofreu alterações e foi modernizada com o apoio financeiro da então Direção Geral das Pescas.
A partir desta intervenção todas as restantes salinas deixaram de produzir sal e passaram a ser espaços para preparação e graduação das águas para alimentar os 6 cristalizadores construídos no Brito. Assim, a extração do sal passou a fazer-se de forma semi-mecanizada.

Por questões de identidade, afetividade e também culturais do povo de Alcochete, a Fundação manteve esta salina a produzir até ao ano 2012, a partir do qual, por motivos económicos, não foi possível continuar a laborar.

Em 21 de maio de 1986, a Fundação celebrou com a Câmara Municipal de Alcochete um protocolo, no qual as salinas foram integradas no Núcleo Museológico do Sal, do Museu Municipal.

A partir de 2004 e até 2015, a CMA atribuiu uma verba para as despesas com a safra de sal.







 

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